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Número de pessoas que vivem na extrema pobreza cai no RS

Na contramão do índice nacional, o número de pessoas que vivem na extrema pobreza caiu de 2017 para 2018 no Rio Grande do Sul, de acordo com a Síntese de Indicadores Sociais, apresentada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira. Segundo o órgão, 218 mil pessoas viviam nessas condições até o ano passado. No levantamento, são consideradas pessoas nesta situação aquelas que vivem com menos de 1,9 dólar por dia – o equivalente a R$ 145 por mês. O parâmetro é baseado em índice do Banco Mundial.

 

O Rio Grande do Sul voltou a registrar queda após dois anos seguidos de alta. Casualmente, passou da melhor marca já alcançada, em 2015, para a pior, em 2017. Enquanto em 2015 havia 154 mil pessoas na extrema pobreza, em 2017 foram computadas 263 mil. 

De acordo com o levantamento do IBGE, o Rio Grande do Sul é o segundo estado com a menor proporção de população na extrema-pobreza: 1,9% dos gaúchos vivem com menos de US$ 1,9 por mês. Proporcionalmente, o estado em melhor situação é Santa Catarina, que tem 1,4% neste quesito. O índice nacional, que voltou a crescer, ficou em 6,5%.

 

Porto Alegre acompanhou a tendência do Rio Grand do Sul e, no ano seguinte ao ápice no número de gente na extrema pobreza, caiu. E 2018 fechou com 20 mil pessoas, o equivalente a 1,4% da população da Capital, vivendo com menos de US$ 1,9 por dia. No ano anterior, foram 2,4% da população nesta situação, aproximadamente 20,5 mil pessoas. 

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